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Dentre todas as preocupações que um empreendedor tem no seu dia a dia, uma se destaca: os impostos. A dificuldade começa em entender a diversidade da carga tributária brasileira, mas o micro e pequeno empreendedor podem contar com o Simples Nacional que, como próprio nome já diz tem como objetivo simplificar o sistema de impostos e facilitar a vida dos pequenos empreendedores.
E o que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime especial de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos e impostos.

Ele unifica oito impostos em um único boleto e reduz significativamente a sua carga tributária.

Os impostos são:
– Federais: IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI
– Previdência: INSS patronal
– Estadual: ICMS
– Municipal: ISS

Quem pode ser do Simples?
Os Microempreendedores Individuais – MEI com faturamento anual de até R$ 60.000,00, microempresas com faturamento de até R$ 360 mil/ano) e empresas de pequeno porte que faturem entre R$ 360 mil e 3,6 milhões ao ano podem optar pelo Simples.

As empresas não podem ter qualquer irregularidade no CNPJ, nem nos seus cadastros fiscais federal, estadual e municipal, nem possuir débitos na Dívida Ativa da União ou INSS.

Também existem restrições com empresas com ramos empresariais que exigem regulação especial, como por exemplo: empresas do setor financeiro, imobiliário, de energia e combustíveis, de transporte, e que produzam cigarros, bebidas alcoólicas, armamentos ou explosivos.

Vale ressaltar que o Simples Nacional não é obrigatório e em algumas circunstâncias ele pode não ser a melhor opção. Sendo assim, uma empresa pode cumprir todos os requisitos e, após fazer o seu planejamento tributário, optar por outro regime.
Como calcular o imposto a ser pago no Simples Nacional?

As alíquotas para o cálculo do imposto variam de acordo com o setor da empresa: comércio, indústria ou serviço e são divulgadas tabelas com esse percentual que deve ser aplicado ao faturamento dos últimos 12 meses da empresa. Atualmente, existem 6 tabelas para o cálculo do Simples Nacional. Veja a tabela vigente para as empresas do varejo clicando aqui!

No caso das empresas que estão iniciando as suas atividades, a base para definir que alíquota na tabela que será aplicada para a apuração do imposto será o faturamento do último mês multiplicado por 12.

No entanto, existe na legislação municipal e estadual o conceito de sublimite que possibilita que cada estado, dependendo da sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, possa determinar tetos diferentes da tabela para empresas de pequeno porte poderem participar do Simples.

Isso acontece para possibilitá-los a continuar favorecendo a formalização dos negócios menores, sem perder o equilíbrio de sua arrecadação. Ou seja, se pela tabela o teto do faturamento anual é R$3,6 milhões para sair do Simples, em alguns estados as empresas deixam de ser do Simples antes.

Os sublimites em vigência são:
R$ 1.800.000: Acre, Amapá, Rondônia e Roraima
R$ 2.520.000: Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí e Tocantins
Como posso inscrever o meu negócio no Simples?

Quando a empresa está iniciando as suas atividades, ela precisa fazer o seu registro no CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas. Depois disso, o empresário solicitará a inscrição Estadual e Municipal. Ele terá 30 dias após receber as inscrições (estadual e municipal) para fazer o cadastro no simples, desde que não tenha excedido o prazo de 180 dias a contar da data do cadastro no CNPJ.

Passado esse prazo, a empresa, como as demais que não estão iniciando as suas atividades, só poderão fazer esse pedido no mês de janeiro.

O pedido deve ser feito através do site da receita:

http://www8.receita.fazenda.gov.br/SIMPLESNACIONAL/Servicos/Grupo.aspx?grp=4

Em seguida, clique em Simples serviços > opção > Solicitação de Opção pelo Simples Nacional.

Se a empresa quiser se antecipar, ela pode fazer o agendamento no Portal do Simples Nacional entre o primeiro dia útil de novembro e o penúltimo dia útil de dezembro do ano anterior ao da opção. Assim, a empresa vai verificar se existe alguma situação que a impeça de ser do Simples e o empresário terá tempo hábil para solucioná-la.

Lembre-se só de um detalhe: Depois que a empresa adotou o Simples, essa opção não pode ser anulada durante todo o ano em que foi feita.

O seu contador é de bastante importância para analisar a viabilidade do Simples Nacional para o seu negócio.

Ele também deve se atentar na apuração dos impostos quando você já for do Simples, diferenciando a receita de PIS/COFINS Substituição e ICMS Substituição para sua empresa não arrecadar mais impostos do que deveria. Se você pagar mais, o governo não reclamará. Você e o seu contador precisam estar atentos.

Fonte: Casa Magalhães

Somos todos consumidores, seja você o dono de um restaurante ou o administrador de um food service. Todos nós, de uma forma ou de outra, nos relacionamos com as empresas e criamos experiências de atendimento positivas e negativas com as marcas.

Quem afirma isso é o Relatório Global 2015 de Serviços para o Consumidor Multicanais (Parature e Microsoft), apontando que quase 70% dos consumidores pararam de realizar negócios devido experiências negativas no ambiente digital.

O fato é que nós, os consumidores, estamos cada vez mais exigentes sobre o nosso relacionamento com as marcas. Você já se perguntou como anda o relacionamento dos clientes com o seu restaurante?

Continue lendo e descubra 3 segredos que vão a experiência dos consumidores no seu estabelecimento!

1. Crie experiências personalizadas e se diferencie.
Outro ponto em que o atendimento é ajudado pela tecnologia é que se torna mais personalizado. Com uma boa base de dados sobre os pedidos passados, por exemplo, fica mais fácil fazer uma sugestão acertada de prato a um novo cliente.

Também é mais fácil entender quais são as necessidades gerais do nicho de clientes, o que

permite uma atuação mais direcionada. No caso de restaurantes que fazem cadastro de clientes, inclusive para programas de fidelidade, a tecnologia é ainda mais útil.

Ela permite que a equipe conheça os clientes cadastrados e que ofereça uma experiência ainda mais diferenciada e personalizada. O impacto disso é na satisfação dos clientes, que passa a ser mais positiva.

Isso gera uma melhor relação do estabelecimento com os consumidores, além de favorecer a fidelização em longo prazo. Como resultado, a base de clientes se torna mais sólida e o negócio tem mais chances de permanência no mercado.

Um atendimento diferenciado também funciona como uma vantagem competitiva. Em um mercado tão concorrido, aproveitar as chances de se destacar da concorrência pode significar a continuidade do negócio — e a tecnologia pode ajudar exatamente nisso.

2. Automatize e melhore o atendimento do seu restaurante.
Oferecer uma boa experiência é tão importante quanto oferecer uma boa comida. Uma deficiência em qualquer um desses pontos, sem dúvidas, prejudica a retenção e atração de clientes.

Dentro desse cenário, a automação comercial de bares e restaurantes é de extrema importância. Com o uso da tecnologia, os níveis de qualidade do atendimento são
elevados em diversos sentidos.

Primeiramente, a automação reduz as chances de que erros aconteçam. A situação em que o cliente pede um prato e recebe outro, gerando insatisfação, se torna bem menos frequente, de modo a não prejudicar a imagem do estabelecimento.

Além disso, graças a automação comercial e a redução no tempo de atendimento de cada consumidor. há um aumento na disponibilização de garçons dentro do próprio salão.

Se demoram menos tempo para recolher e fazer um pedido para a cozinha, por exemplo, há mais tempo para atender os clientes mais rapidamente. Isso evita, por exemplo, a situação de um pedido que é feito corretamente, mas chega frio ao cliente devido à demora em todo o processo.

3. Monitore a satisfação dos seus consumidores.
Depois de empreender tantos esforços em conquistar os clientes, é importante saber qual foi o resultado e a tecnologia pode te ajudar neste processo.

Hoje existem sistemas de atendimento para restaurante que possibilitam a realização de pesquisas de opinião com os consumidores, algo essencial para ter um maior controle sobre a satisfação do cliente.

Isso garante que o restaurante saiba onde está acertando e, principalmente, que fique mais atento a possíveis pontos prejudiciais para o negócio. Vale sempre lembrar que um baixo nível de satisfação dos clientes, é um sinal de alerta para rever processos.

Fonte: Casa Magalhães

A Instrução Normativa Nº 13 de 14 de fevereiro de 2017, decretou a extinção do Emissor de Cupom Fiscal no Ceará e a sua substituição pelo Módulo Fiscal Eletrotônico (MFE). A obrigatoriedade, que antes era válida para varejistas do ramo farmacêutico e novas empresas, será estendida para novos CNAEs.

Continue lendo e descubra as mudanças e os novos prazos!
Quem deve usar o MFE e quais os prazos?

No dia 11 de outubro de 2017, a Instrução Normativa Nº 66 estendeu a obrigatoriedade de uso do MFE – que até então, incluía varejistas de produtos farmacêuticos e novos inscritos no CGF – para empresas de alimentação fora do lar e varejistas que atuam no ramo de peças de veículos, móveis, eletrodomésticos, armarinho, brinquedos, tecidos, joalheria, artigos esportivos e outros.

O prazo para a substituição, que já foi iniciado, vai do dia 16 de outubro de 2017 até o dia 15 de janeiro de 2018, conforme a Instrução Normativa Nº 70.

Confira os CNAEs inseridos na obrigatoriedade do MFE:
4530-7/03 Comércio varejista de peças e acessórios novos para veículos automotores;
4530-7/04 Comércio varejista de peças e acessórios usados para veículos automotores;
4530-7/05 Comércio varejista de pneumáticos e câmaras-de-ar;
4541-2/03 Comércio varejista de motos e motonetas novas;
4541-2/04 Comércio varejista de motocicletas, motos e motonetas usadas;
4541-2/05 Comércio varejista de peças, partes e acessórios para motocicletas, motos e motonetas;
4731-8/00 Comércio varejista de combustíveis e lubrificantes para veículos;
4753-9/00 Comércio varejista de aparelhos de uso doméstico;
4754-7/01 Comércio varejista de móveis novos;
4754-7/02 Comércio varejista de artigos de colchoaria;
4755-5/02 Comércio varejista de artigos de armarinho;
4755-5/03 Comércio varejista de artigos de cama, mesa e banho;
4755-5/01 Comércio varejista de tecidos e fazendas;
4759-8/01 Comércio varejista de artigos de tapeçaria;
4759-8/99 Comércio varejista de utilidades domésticas em geral;
4763-6/01 Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos;
4763-6/02 Comércio varejista de artigos esportivos;
4763-6/03 Comércio varejista de bicicletas e triciclos; peças e acessórios;
4763-6/04 Comércio varejista de artigos de caça, pesca e camping;
4763-6/05 Comércio varejista de embarcações e outros veículos recreativos; peças e acessórios;
4781-4/00 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios do vestuário;
4782-2/02 Comércio varejista de artigos de viagem de qualquer material;
4783-1/01 Comércio varejista de artigos de joalheria;
4783-1/02 Comércio varejista de artigos de relojoaria;
5611-2/01 Restaurantes e similares;
5611-2/02 Bares e outros estabelecimentos especificados em servir bebidas;
5611-2/03 Lanchonetes, casas de chá e de sucos, açaiteria, cafeteria, fast-food, gelateria, pizzaria, sorveteria, e similares;
5612-1/00 Serviços de alimentação ambulante;
5620-1/01 Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas;
5620-1/02 Serviços de alimentação fornecidos por buffet para banquetes, coquetéis e recepções;
5620-1/03 Cantinas – serviços de alimentação privativos;
5620-1/04 Fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar.

Fonte: Casa Magalhães

Uma equipe internacional de paleontólogos descobriu no sul da África pegadas fossilizadas de uma nova espécie de dinossauro carnívoro gigantesco, que viveu há 200 milhões de anos.

As pegadas são as maiores já encontradas de um terópode no continente africano.

A julgar por seu tamanho – 57 x 50 centímetros – o dinossauro deveria ter nove metros de comprimento por quase três metros de altura no nível do quadril, segundo os cientistas que descobriram as pegadas e cujo estudo foi publicado nesta quarta-feira (25) na revista "Plos One".

Este dinossauro tinha quatro vezes o tamanho de um leão, explicam os pesquisadores das universidades de Manchester, Cidade do Cabo e São Paulo.

A nova espécie, batizada de "Kayentapus ambrokholohali", pertence ao grupo dos mega-terópodes, gigantes bípedes como o Tiranossauro Rex (T. Rex), que viveu no continente americano e media cerca de doze metros.

As pegadas foram encontradas na antiga capa geológica em Lesoto. Esta zona está coberta de fissuras ocasionadas pela seca no solo, sinal da presença de um rio pré-histórico.

É a primeira prova da presença de gigantescos terópodes carnívoros neste ecossistema, dominado por uma variedade de dinossauros herbívoros, onívoros e carnívoros de tamanho muito menor, explicaram os pesquisadores.

Esta descoberta também é importante porque revela que estes gigantescos dinossauros já estavam presentes no Jurássico Inferior. Até o momento, os paleontólogos acreditavam que os dinossauros deste tipo no período eram menores, com entre três e cinco metros de comprimento.

Terópodes gigantes como el T. Rex surgiram apenas no Cretáceo, que começou há 145 milhões de anos, segundo fósseis e pegadas encontrados.

"Esta descoberta é o primeiro indício da presença de gigantescos dinossauros carnívoros no Jurássico Inferior em Gondwana, o continente pré-histórico meridional que logo se dividiu para formar a África e outras massas de terra", assinala Lara Sciscio, pesquisadora da Universidade da Cidade do Cabo.

Fonte: G1

Uma jovem de 22 anos está desaparecida desde a tarde desta quarta-feira (1º) depois de programar uma viagem com carona por um grupo de WhatsApp. Kelly Cristina Cadamuro saiu de Guapiaçu (SP) e iria para Itapagipe (MG).

A polícia está procurando pela jovem. Segundo parentes contaram à polícia, Kelly participa de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal para a cidade mineira. Na hora da viagem, a mulher desistiu e foi apenas o homem. Ela não conhecia esse rapaz.

O último contato que a moça fez com a família, ainda de acordo com a polícia, foi quando parou para abastecer o veículo em um posto de combustíveis na BR-153. Depois disso, a família diz que perdeu o contato com ela.

Câmeras do circuito de segurança de um pedágio em Minas Gerais mostram a moça passando pela praça de pedágio dirigindo. Logo depois, o carro volta, mas aí é um homem que está ao volante.

A polícia encontrou o carro da jovem abandonado e sem as quatro rodas, o rádio e o step em uma estrada rural entre São José do Rio Preto e Mirassol (SP). A moça ainda continua desaparecida e a polícia faz buscas pela região.

Fonte: G1

O lançamento da segunda versão do celular do Google tem sido atingido por problemas em telas, preços e de envio, o que fez a companhia a abrir uma investigação e emitir múltiplos pedidos de desculpas a clientes.

O Pixel 2 e o Pixel 2 XL, que têm preço a partir de 649 dólares e chegaram a lojas na quinta-feira, são parte importante da estratégia do Google de disputar mercado com o iPhone, da Apple, diretamente.

Mas usuários iniciais do Pixel 2 têm manifestado frustração com problemas que incluem um potencialmente sério defeito na tela.

O Google disse no domingo que está investigando se as imagens estão ficando queimadas na tela do Pixel 2, depois de um relato publicado no blog "AndroidCentral" que detalhou o problema após uma semana de uso.

A companhia provavelmente vai precisar interromper produção se houver algum problema, disse Ryan Reith, analista da empresa de pesquisa de mercado IDC.

"Levamos a sério todas os relatos apresentados e nossos engenheiros iniciaram rapidamente investigação", disse Mario Queiroz, vice-presidente de produto do Google encarregado pelo Pixel. "Vamos divulgar detalhes assim que tivermos dados conclusivos."

Avaliadores e usuários em fóruns online também informaram problemas de barulhos durante chamadas e conexões Buetooth fracas entre o Pixel 2 e outros dispositivos. O Google não comentou de imediato estas questões.

Na sexta-feira, a empresa prometeu reembolsar uma série de pessoas que pagaram 30 dólares a mais pelo Pixel 2 vendido pela Verizon Wireless. O valor a mais "foi um erro", disse o Google em pedido de desculpas.

O Google também enviou e-mails no final de semana para compradores avisando que a entrega do Pixel 2 pode ser atrasada em até um mês, para o final de novembro, segundo o blog "AndroidPolice". O Google não comentou de imediato.

No mês passado, o Google fez uma aposta significativa no mercado de smartphones ao anunciar a compra de uma equipe de desenvolvimento de hardware da HTC por 1,1 bilhão de dólares.

Fonte: Bol

Apesar de nem a Band nem o próprio Pânico confirmarem o fim da atração, as panicats já se movimentam para garantirem seu espaço na TV caso os boatos se concretizem. Segundo o colunista Gabriel Perline, algumas já contrataram assessores para se manterem na mídia.

De acordo com a publicação, que diz ter tido acesso aos áudios de uma conversa, uma das panicats fez inúmeras críticas ao diretor Marcelo Nascimento, a quem atribui a baixa audiência do programa, em áudios enviados a um amigo. Ela, também, pede emprego ou a criação de um projeto que possa encaixá-la.

Outra panicat contratou um assessor, informa o colunista, para se manter nos sites de fofocas. Para isso, criou uma suposta briga com uma colega de elenco e disparou a informação para e-mails de jornalistas. Uma terceira integrante chegou a abordar pessoalmente um apresentador da concorrência para conseguir espaço na atração.

O jornal “Folha de São Paulo” informou na semana passada que com a possibilidade do fim do Pânico na Band a equipe do programa comece a negociar com o SBT, que já tentou contratar a trupe no passado. Na Band, de acordo com o Estadão, a decisão já está tomada: a atração não passa deste ano.

Fonte: observatoriodatelevisao

Chamada Vaquejada de Brejo Santo 2017.

A Instrução Normativa Nº 13 (14 de fevereiro de 2017) emitida pela SEFAZ, que decretou a extinção do Emissor de Cupom Fiscal no Ceará e a sua substituição pelo Módulo Fiscal Eletrotônico (MFE), começou a valer para as novas empresas a partir 1º de Maio de 2017 e acabou gerando uma série de dúvidas nos empresários.  Se você ainda tem algum questionamento sobre o assunto, continue lendo e confira as 11 perguntas e respostas mais comuns sobre o Módulo Fiscal Eletrotônico (MFE)!

1. O que é a MFE?
O Módulo Fiscal Eletrônico é um equipamento para emissão do Cupom Fiscal Eletrônico que possui todas as regras necessárias para a validação ou rejeição do XML e se comunica periodicamente com a SEFAZ para o envio e recebimento de informações.

2. Qual o motivo da mudança de impressora fiscal para MFE?
Hoje, as informações das empresas que realizam vendas apenas pelo cupom fiscal só chegam a SEFAZ por meio das obrigações acessórias. Com a migração de impressoras fiscais para o Módulo Fiscal Eletrônico as informações de vendas serão transmitidas para a SEFAZ de acordo com uma periodicidade pré estabelecida.

Desta forma, o principal motivo para a mudança foi a necessidade de um acompanhamento mais efetivo e rápido das empresas, por parte da SEFAZ.

3. O MFE vai substituir a impressora fiscal?
Sim, de acordo com a regulamentação da SEFAZ o Módulo Fiscal Eletrônico irá substituir a impressora fiscal. Para a emissão do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e) e impressão do extrato do CFe é necessário que o Módulo Fiscal Eletrônico esteja conectado a uma impressora não fiscal.

4. Qual a diferença entre o MFE e o ECF (modelo atual)?
Diferente do ECF, o MFE não necessita de pedido de uso, de intervenção técnica e de geração de relatórios gerenciais para fins fiscais. O MFE permite a redução de algumas obrigações acessórias necessárias no ECF como: leitura X, resumo Z e o mapa de resumo. Além disso o MFE não necessita de conexão com uma impressora fiscal e não opera em concomitância na emissão de documentos fiscais.  

5. MFE e SAT são a mesma coisa?
No que se relaciona a comunicação com os servidores da SEFAZ, não existem diferenças entre o MFE e o SAT. O Módulo Fiscal eletrônico se diferencia do SAT em funcionalidades adicionais como: a localização por GPS; a bateria interna que garante o funcionamento em caso de queda de energia e o padrão de comunicação GPRS.

Na prática essas tecnologias extra não influenciam na comunicação com o fisco ou na integração com sistemas de gestão. Desta forma os sistemas que já se comunicam com o SAT poderão se comunicar também com o MFE

6. Quem precisa utilizar a MFE?
No dia 1º de fevereiro passou a valer a obrigatoriedade de uso do Módulo Fiscal Eletrônico para todos varejistas de produtos farmacêuticos com ou sem manipulação, homeopáticos e medicamentos veterinários, independente da data de abertura.

A partir no dia 1º de maio de 2017 a obrigatoriedade passou a valer para todos os novos estabelecimentos varejistas inscritos no CGF, independente do CNAE.

Os varejistas já existentes, que fazem uso do emissor de cupom fiscal com autorização de uso concedida até 31 de janeiro de 2017, podem manter a utilização destes equipamentos até dezoito meses contados da data de inicio da obrigatoriedade, devendo os equipamentos ser substituídos por MFEs após esse prazo.

Entretanto, para esse último caso, é importante ficar atento a novos possíveis posicionamentos da SEFAZ.

7. O MFE pode ser utilizado em mais de um PDV?
Sim. É permitida a utilização do Módulo Fiscal Eletrônico em mais de um PDV mas é importante lembrar que o MFE irá autorizar uma compra por vez, desta forma é necessário ficar atento ao volume de operações realizados nos PDVs que compartilham o equipamento para que não ocorra demora no processo de venda.

Indicamos a utilização de um Módulo Fiscal Eletrônico para no máximo dois PDVs.

8. O MFE pode ser utilizado junto com uma impressora fiscal?
Não. Os Módulos Fiscais Eletrônicos não podem ser utilizados em um PDV que esteja conectado a uma impressora fiscal.

9. É necessário ter um sistema para utilizar o Módulo Fiscal?
Sim. É necessário utilizar um software que esteja homologado com o equipamento para que ocorra a autorização junto a SEFAZ.

10. O Módulo Fiscal Eletrônico precisa ser homologado na SEFAZ?
Sim, os equipamentos precisam levados pelos fabricantes ao órgão responsável pelo processo de homologação. O MFE deve ser homologado nacionalmente e localmente, para cumprir as exigências da SEFAZ.

11. A NFC-e poderá ser utilizada no Ceará?
Não. O uso da NFC-e só será permitida caso a geração do CFe não possa ocorrer.

A diferença entre os dois documentos fiscais está em sua emissão, enquanto o CFe é gerado por um hardware e de modo off-line na geração do NFC-e não há necessidade do equipamento, com uma solução totalmente baseada em software.