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Se você é fã de natação e esportes aquáticos, com certeza, vai gostar da novidade que a Samsung traz ao Brasil. A marca coreana apresentou na noite desta quinta-feira (14), o Gear Fit2 Pro, a nova pulseira esportiva com recursos inteligentes, monitoramento avançado de natação, GPS integrado, acompanhamento contínuo de frequência cardíaca, detecção automática de atividade e certificação 5 ATM para resistência à água.

“A Samsung está sempre em busca de oferecer ao consumidor serviços e produtos que façam a diferença em seu dia-a-dia. Com o Gear Fit2 Pro aliamos inovação a um produto confortável e ergonômico e que traz recursos de ponta para aqueles que não abrem mão de uma vida mais saudável e equilibrada”, afirma Demetrius Oliveira, Diretor da Divisão da Samsung Stores, Tablets e Acessórios da Samsung Brasil.

O produto, que possui design elegante e versátil, foi anunciado na IFA, que aconteceu em Berlim no começo do mês,  e chega ao país no dia 15 de setembro nas cores preto com vermelho e grafite.  O preço sugerido será de R$1.199,00.

São Paulo – Anunciados no início deste mês, os novos Galaxy S8 e Galaxy S8+, da Samsung, apontam para o futuro (ou presente) do design de smartphones. Basta uma olhada rápida na parte frontal dos aparelhos para perceber: 2017 será o ano final para as largas bordas nas telas dos aparelhos topo de linha.

É verdade que esta tendência não começou com a Samsung em si. A partir do momento, no entanto, que uma das principais fabricantes de smartphones do mundo adota este design para seu principal produto, é hora de levar isso a sério.

A tendência, por ora, parece ser de smartphones com “tela infinita”. O display acompanha o vidro frontal até a borda, aumentando o aproveitamento da parte da frente. Para isso, a Samsung precisou fazer alguns ajustes, como retirar o botão físico que figurava na parte da frente do Galaxy S.

Ao que tudo indica, a sul-coreana não ficará sozinha. A Apple deve mudar o visual para a próxima geração do iPhone. Analistas afirmam que a empresa, assim como sua concorrente asiática, deverá aproveitar melhor a frente, ampliando o espaço ocupado pela tela.

Isso demanda a retirada, ou, do botão iniciar do iPhone. Para saber se a Apple de fato vai adotar um design de “tela infinita”, teremos de esperar até o anúncio oficial, no segundo semestre deste ano.

A onda das telas infinitas começou ainda em 2016. Em outubro, a chinesa Xiaomi anunciou que iria lançar o Mi Mix, um aparelho com tela em 91,3% da porção frontal. Aqui em EXAME.com, chamamos o texto da seguinte maneira: “Xiaomi cria smartphone sem bordas e com câmera em lugar inusitado”.

Aumentar a taxa de uso da frente do aparelho para o display demanda pequenas adaptações. A câmera frontal do Mi Mix, por exemplo, ficou na parte inferior, em vez de seu lugar tradicional. Ao longo deste ano (e talvez de alguns à frente) veremos fabricantes buscando pela melhor solução para as “telas infinitas”.

Outro exemplo que chama atenção nessa área é a nova empresa de Andy Rubin—que é conhecido também como “pai do Android”. Sua nova companhia, a Essential, vem desenvolvendo um smartphone.

O smartphone ainda é um mistério. Uma foto publicada por Rubin no Twitter mostra muito pouco, mas anima. É visível que a empresa acha que as bordas são coisa do passado. A imagem nos mostra uma tela chegando até o limite na parte superior do smartphone nas mãos de Rubin (é a imagem mais à direita na foto que abre este texto).

De forma geral, a tendência é que seu próximo smartphone também tenha uma telona ocupando quase que toda a parte frontal.

Surge a cada dia no mundo digital uma nova tecnologia, uma nova ferramenta e até mesmo um novo aplicativo que muda por completo os modos de organizações e operações das empresas. É cada vez mais menor a diferença entre usuários que realizam suas compras online e off-line, porém algumas empresas ainda não estão preparadas para atender os consumidores não lineares por falta de adequação ou outros motivos.

E o que que se fala muito no momento é sobre integração, é a palavra de ordem do momento. Sem ela fica inviável e impossível mensurar dados importantes, pois ela permite a vincular elementos e recursos essenciais para os meios digitais e físicos para que se tenham cada vez mais, melhores informações e resultados. E com isso, uma das peças principais que precisa estar incluída nessas estratégicas é o cliente, isso é, independente de qual meio ele realiza uma compra.

Confira os 4 motivos para que as empresas atendam melhor o consumidor digital.

1. Faça uso de plataformas digitais

As plataformas estão presentes em diversos nichos, desde as gratuitas e até as que necessitam de investimentos, seja ela para realizar o remarketing dentro das redes sociais ou para tornar um e-commerce mais dinâmico.

Os consumidores digitais buscam economia e comodidade ao realizar suas compras e se tornou um grande potencial de relacionamento da marca com os consumidores. Segundo uma pesquisa realizada pelo Google, em 2015, constatou que 80% dos compradores online fazem pesquisas em seus dispositivos móveis antes da compra.

No Brasil O comércio eletrônico, mesmo em meio a crise, continua crescendo significativamente. Para ter uma ideia, já são 22% de crescimento de consumidores ativos desde 2015. E 14% das compras online já são feitas por dispositivos mobile.

Tendo como consequência o tráfego em websites de origem mobile, uma mudança bastante significativa de comportamento do usuários, é uma nova oportunidade que deve ser aproveitada pelos empresários. E quando realizam uma compra através de uma loja física gastam 20% a mais, pois pesquisam o que querem comprar antes de sair de casa.

Diante desses dados significativos é indispensável o uso de uma boa plataforma, para que integre as seguintes funções abaixo:

- Ter um site bem estruturado em uma plataforma que permita integração com outras plataformas;

- Obedecer regras dentro do segmento escolhido;

- Ter uma equipe orquestrada para realizar o atendimento do SAC (Central de atendimento ao consumidor);

- Ter o registro de adquirência para pagamentos dentro do site com diversas formas de pagamentos.

- ERP função responsável por emissão de notas fiscais, controles de estoque, contas à pagar e receber.

- Possibilidade de fazer parceria com plataformas de Marketplace B2W como Lojas Americanas, Submarino entre outras.

- Mensuração de dados analíticos, ou seja, permitirá a identificação das seguintes premissas: Quem é meu público-alvo? O que compra? Que valor paga? Quanto tempo fica em cada página e a origem do tráfego entre outros.

2. Encantamento de usuário através de experiências

As empresas precisam estar atentas e investir em experiência agradáveis aos usuários, o tratamento virtual através de uma compra online deve ser o mesmo em uma loja física para que haja uma experiência gratificante e que atendam as necessidades do consumidor durante o processo de compra.

3. Seu cliente como centro da estratégia

Atualmente, os usuários tem as tomadas de decisões antes mesmo de entrar numa loja tanto virtual quanto física e para que ele esteja no centro da estratégia foram criados algumas formas de não deixa-lo de fora como: códigos de cupons promocionais, onde proporcionam um sentindo de “ganho”, isso possibilita uma experiência diferente aos outros usuários e pode levar vínculos emocionais entre a marca e o consumidor. No digital esse fator é decisivo, pois é gerada uma sensação de exclusividade gerada ao cupom, e diante de tantas opções o benéfico pode ser transferido para uma loja física também.

4. Consumidores no ambiente digital

Empresas que investirem em estratégias de inovação poderão: compreender, acompanhar a jornada do consumidor e obter mais sucesso no futuro não linear. E terá como foco em atender as experiências dos consumidores e oferecer as melhores experiências. A disponibilização de aplicativos gratuitos contribuirão bastante para esse tipo de perfil de consumidor, pois eles já são essenciais e indispensáveis no mundo atual - e responsáveis pelas experiências dos usuários tanto negativamente quanto positivamente. Além da interatividade em ambientes particulares e coletivos como as redes sociais que permitem os meios digitais.

Por enquanto, a ida do ser humano à Marte é algo que está em fase de planejamento e desenvolvimento, mas tanto a NASA quanto a SpaceX já vêm estudando o quanto a jornada de 200 dias até que os astronautas cheguem o Planeta Vermelho impactará no organismo humano, bem como o que acontecerá com seus corpos depois que estiverem vivendo por lá. E esses danos podem ser maiores do que imaginamos.

Questões como atrofia muscular, perda de estrutura óssea, alta pressão intra-craniana, alta exposição à radiação e problemas psicológicos são algumas das preocupações. Para contornar esses problemas, a NASA vem trabalhando com parceiros em ideias como a de uma espécie de hibernação espacial, bem como habitações marcianas em cavernas protegidas. "Há muitos desafios que nos impedem de chegar lá em um estado saudável", declarou John Bradford, chefe de operações da Spaceworks. Ele é a favor desse estado de hibernação durante a viagem dos astronautas.

A hibernação traz também benefícios psicossociais, já que não se pode entrar em depressão enquanto dorme, além de promover uma redução da pressão intra-crianiana e abrir possibilidade para que seja feita uma espécie de eletroestimulação a fim de reduzir a atrofia muscular e perda óssea, sem que os astronautas sintam dor ou desconforto.

Além disso, a hibernação também pode colaborar para com a redução de gastos com suprimentos alimentares, reduzindo, ainda, os níveis de energia utilizados. Isso porque, durante a hibernação, a temperatura corporal seria reduzida de 37ºC para algo entre 32 e 34ºC. Mas os astronautas entrariam nesse estado de hibernação por duas semanas, acordando por alguns dias para retomar suas funções corporais, e repetindo o processo até chegar a seu destino. Isso representa outros perigos, já que será necessária uma sedação de longo prazo, nutrição e hidratação, além de eliminação de resíduos e controle contínuo de temperatura.

Passada essa fase, chega o momento de viver em Marte, o que trará outros problemas ao corpo humano. De acordo com Laura Kerber, da NASA, "alguns dos maiores desafios são o ambiente de alta pressão, que requer um traje espacial volumoso e pressurizado, além das temperaturas extremamente frias à noite". A agência espacial já vem trabalhando na criação de trajes mais leves para que a locomoção seja possível.

Ainda, a radiação é outro problema para os astronautas que colonizarem Marte, já que o planeta não conta com um campo magnético de proteção como temos aqui na Terra. Outros desafios envolvem a gravidade marciana, que é de um terço da terrestre, e também é preciso saber mais sobre a poeira do planeta para descobrir o quão seguro seria respirá-la acidentalmente, ou, ainda, o que aconteceria com seu contato na nossa pele.

O robô Curiosity, que vem explorando a superfície de Marte há alguns anos, vem estudando questões como radiação, atmosfera e geologia do Planeta Vermelho, mas ainda há muito o que a NASA não conhece para que as futuras missões tripuladas sejam bem-sucedidas no que diz respeito à integridade física dos corajosos astronautas.

Acordo abrange os jogos das Eliminatórias da Copa do Qatar realizados no Brasil e todos os amistosos em TV aberta, paga e PPV.

Globo, Globosat e CBF anunciam que o Grupo Globo adquiriu com exclusividade os direitos relativos à transmissão dos jogos da seleção brasileira em TV aberta, TV paga e PPV, pelo período de novembro de 2017 a dezembro de 2022.

O acordo abrange todos os jogos das Eliminatórias realizados no Brasil para a Copa do Mundo da FIFA Qatar 2022, e os amistosos, em qualquer país, também no período 2017/2022, incluindo as duas próximas partidas da Seleção, contra Japão e Inglaterra.

Os direitos para as plataformas digitais já tinham sido adquiridos em setembro pelo Grupo Globo.

O Grupo Globo reforça assim o seu compromisso com a seleção brasileira, com a qualidade das suas transmissões e o esforço diário de levar o melhor conteúdo, na melhor forma, para seu público e parceiros.

A CBF considera extremamente positiva a continuidade da parceria com o Grupo Globo para levar os jogos da Seleção a toda a torcida brasileira.

Uma conta que não fecha. Esta é a avaliação do especialista em marketing esportivo, Amir Somoggi, sobre a possível contratação de Kaká pelo São Bento. O assunto virou notícia nos últimos dias depois que o presidente do clube sorocabano, Márcio Rogério Dias, confirmou o interesse no meia de 34 anos para a disputa do Paulistão e da Série B do Campeonato Brasileiro em 2018.

"Com todo o respeito ao São Bento, mas o patrocínio do clube talvez pague o condomínio da casa do Kaká", analisou Somoggi em contato com o R7.

A proposta que o clube pretende apresentar ao jogador é semelhante à feita pelos representantes do atacante Adriano Imperador, que segundo o São Bento, foi oferecido recentemente à equipe. Um salário fixo, dentro do teto do time (R$ 30 mil), mais a cessão de um espaço na camisa e no calção do uniforme para que Kaká possa negociar e aumentar sua receita.

"A possibilidade disso se viabilizar é zero. O São Bento precisa colocar os pés no chão e pensar que tipo de jogador está dentro da realidade do clube e que possa realmente fazer a diferença, não só fora de campo em termos de marketing, mas dentro de campo, em termos esportivos", avaliou Somoggi, que defende a construção de credibilidade para os clubes. "Estes boatos de Kaká, Adriano, não passam de 'balões de ensaio'. [jargão jornalístico para caracterizar informações propositadamente vazadas a fim de verificar de antemão possíveis efeitos]. Não agregam muito para a marca a longo prazo. Fazem o clube aparecer por um momento, mas na prática é pouco. O que vale é montar um time competitivo, como a Chapecoense fez, por exemplo. A Chape poderia ter feito esse 'balão de ensaio', mas preferiu montar um time que foi campeão", explica.

De fato, segundo o especialista, a contabilidade não encaixa no caso do São Bento. O clube deve faturar em 2018 cerca de R$ 4 milhões com direitos de televisão pelo Campeonato Paulista e outros R$ 3 milhões, no máximo R$ 4 milhões pela Série B. Some outros R$ 500 mil de bilheteria e mais R$ 500 mil de patrocínio. Na mais positiva das hipóteses, a arrecadação do Azulão Sorocabano pode alcançar R$ 10 milhões no ano.

"Isso não corresponde nem a metade do que o Kaká ganha na MLS [o brasileiro tem o maior salário da liga norte-americana de futebol, cerca R$ 25 milhões por temporada]. E tem mais: o clube cede o espaço de patrocínio para o jogador, mas como faz para pagar a folha salarial do restante do elenco", questionou Amir Somoggi. "Não dá, não tem a menor chance. Nem que o São Bento desse um pedaço do clube como garantia para o negócio, que o Kaká virasse credor".

Segundo dados do Footstats, no Paulistão do ano passado o São Bento teve em média 3.252 torcedores por partida no Estádio Municipal Walter Ribeiro, o popular CIC. Com isso o clube arrecadou mais de R$ 750 mil mandando os jogos na cidade de Sorocaba.  

Apesar do desejo do São Bento, o destino mais provável de Kaká, que não renovou com o Orlando City, ainda é o São Paulo, clube com o qual o craque tem grande identificação. O jogador ainda não recebeu proposta oficial do Tricolor, mas já tem o nome ventilado por dirigentes do clube, que esperam abrir negociações o mais rápido possível para garantir o ídolo para a próxima temporada. Caso não feche com o São Paulo, Kaká deverá pendurar as chuteiras.

O Cariri Oriental está próximo de ter um representante na série B do Campeonato Cearense de Futebol. Sábado passado o União Brejo Santo aplicou uma goleada histórica de 10 a 0 no Crato. O jogo terminou com o time aplaudido de pé pelos torcedores que quase lotaram as arquibancadas do estádio Geraldo Alves.

Nós também estivemos no estádio e fizemos uma rápida transmissão na nossa página no Facebook. Embora curta, permitiu que milhares de pessoas assistissem ao vivo, 5 dos 10 gols marcados pelo time da casa.

10 Gols em um só jogo
Os gols foram marcados por José Elenilton aos 6 minutos, Tiago Sousa aos 09 e 33 do primeiro tempo e aos 08, 15 e 31 minutos do segundo tempo, Adson da Silva aos 11 minutos do primeiro tempo, Francisco Luciano aos 41 minutos do primeiro tempo e Wildson Sales que marcou aos 34 e em seguida aos 35 do segundo tempo.

Classificação histórica
Depois da goleada de ontem e da vitória de hoje do Barbalha sobre o Campo Grande, o União Brejo Santo está oficialmente classificado para a semi final da série C do Campeonato Cearense. É a primeira vez que uma equipe de Brejo Santo chega tão longe na competição.  O próximo desafio será sábado às 15:30, em Barbalha contra o time da casa. A partida vale o primeiro lugar no grupo.

Apoio
A Prefeitura de Brejo Santo, através da sua Secretaria de Esporte e Juventude tem dado total apoio à equipe e continuará incentivando. A meta é ter um representante do município junto à elite do futebol cearense. Fernando Olivier, Pinga diretor de futebol, Gilmar Mendes técnico da equipe, Mazinho Loiola auxiliar técnico,  João Marcelo fisioterapeuta, Steferson massagista e todo o elenco têm feito um trabalho fundamental para a conquista desses resultados e a torcida tem compreendido ao ponto de garantir um bom público em todas as partidas. Detalhe, a maioria dos ingressos tem sido adquiridos antecipadamente.

Nosso Apoio
Desde o primeiro momento que fomos contactados pelo secretário do esporte e juventude Sérgio Rufino, que temos dado o total apoio à equipe do União, quer seja aqui no Blog ou no Grande Jornal da Integração Regional.

Após prestigiar o casamento da modelo Michelle Alves com o empresário Guy Oseary na noite de terça-feira, dia 24, Madonna decidiu visitar o Morro da Providência, no centro do Rio de Janeiro.

Durante sua passagem pela comunidade, a cantora posou ao lado de policiais armados com fuzis e foi muito criticada pelos seus fãs.

"Tentaram me dar uma multa no meu caminho para a Lua", escreveu a diva pop na legenda do clique, no qual aparece usando óculos escuros, chapéu e roupa camuflada de militar.

Os internautas, porém, parecem não ter aprovado a foto da artista: "Você sabia que mais de 700 pessoas foram mortas pela polícia neste ano? Favela não é circo!", "Isso é uma zona de guerra, não um ponto turístico. Atitude ridícula!" e "Parabéns, você está posando com assassinos de negros!", foram algumas mensagens deixadas pelos usuários da rede social.

A estrela ainda visitou o Espaço Cultural Casa Amarela, que promove ações sociais e educacionais na comunidade.

Se você está se preparando para os vestibulares, sabe que, às vezes, é difícil resistir à tentação de entrar na internet ou de visualizar aquela mensagem que acabou de receber no celular, prejudicando a sua rotina de estudos. Com isso, o estudante perde tempo, fica cansado e com a mente acelerada, o que atrapalha o seu desempenho nas provas. Mas existem maneiras de usar a tecnologia a seu favor! Quer saber como?

O professor Marcelo Dias Carvalho, do Grupo Etapa, lembra que esse é um tema que precisa de atenção por parte dos alunos. “Nós sabemos que eles ficam conectados 24 horas e procuramos conversar sempre para que a tecnologia seja utilizada de maneira mais benéfica com menos perda de tempo”, observa. O uso do celular e do computador deve trazer vantagens para o período de estudo. Mas, na prática, o que pode ser feito? O Grupo Etapa disponibiliza aos seus alunos videoaulas de curta duração para esclarecer os temas mais difíceis de cada disciplina e também como auxílio à resolução de exercícios. Assim, o estudante tem a possibilidade de tirar as dúvidas em casa, sem precisar se deslocar até o cursinho ou esperar até o dia seguinte para falar com o professor.

Além disso, os estudantes podem ouvir podcasts de programas de rádio para se manterem atualizados sobre temas do cotidiano, notícias recentes, entre outras informações. Os aplicativos podem ser utilizados para que o aluno obtenha informações mais técnicas sobre determinado assunto. No caso de Biologia, por exemplo, é possível entender melhor o funcionamento de algum órgão do corpo com as animações gráficas disponíveis na internet. “É uma informação paralela. Não é que seja a principal ferramenta, mas pode ajudar o aluno a compreender melhor alguma disciplina”, explica Carvalho. O próprio Grupo Etapa tem um aplicativo com as apostilas e as videoaulas, que complementa o que o aluno aprende em sala de aula.

O importante é que o estudante use a tecnologia de maneira racional, como uma ferramenta de apoio aos estudos. Se, no momento da aula, ele tira uma foto da lousa, chega em casa e passa a limpo o que fotografou, ele pode aproveitar o momento da aula para prestar mais atenção no que diz o professor ou resolver algum exercício. “Mas, se o aluno tirar a foto da lousa e a deixa no celular, o conteúdo ficará na memória do equipamento e o aluno não o fixará. O ideal é combinar o bom uso da tecnologia com o bom compromisso do estudante”, observa Carvalho.

Simulado online x simulado tradicional
Apesar da praticidade que a tecnologia proporciona, em alguns momentos, é preferível priorizar o modelo tradicional de estudo, com lápis, papel e rascunho. Um simulado online não oferece o mesmo grau de concentração do que um simulado tradicional. “Quando o aluno lê na folha de papel, dispersa menos. O simulado online pode ser útil também devido aos extensos bancos de questões, mas não deve ser o principal meio para treinar para as provas”, avalia Carvalho.

Aliança entre três farmacêuticas acelera a realização de exames que ajudam a definir a melhor estratégia terapêutica contra esse tipo de tumor

Os novos tratamentos contra o câncer de pulmão avançado asseguram uma chance de sobrevida após cinco anos até quatro vezes maior do que a quimioterapia. Só que, para usá-los, o paciente precisa se submeter a exames que podem tomar tempo demais e, assim, inviabilizar a estratégia – é aí que entra o projeto Inspire.

Fruto de uma união entre as farmacêuticas AstraZeneca, Bristol-Myers Squibb (BMS) e Pfizer, a iniciativa vai oferecer gratuitamente três testes sequenciais que verificam se o tumor de pulmão do paciente conta com particularidades que o tornam um alvo desses remédios novos. E, por sincronizar a realização dessas análises, deve reduzir o número de dias gastos entre a coleta do material – por meio de uma biópsia – e o início do tratamento.

Ficou confuso? Calma que a gente explica tudo direitinho para você.

O câncer de pulmão não é uma doença só
Para entender a inovação do projeto Inspire, cabe um pequeno anexo. Embora estejam no mesmo local, tumores de pulmão de diferentes sujeitos são bem diferentes entre si. Um, por exemplo, pode apresentar uma mutação no gene ALK do seu DNA (sim, o câncer tem seu próprio código genético). Já o outro teria uma alteração no gene EGFR. E um terceiro expressaria uma alta concentração da molécula PDL-1.

Atenção: não escolhemos esses exemplos ao acaso. “Cada uma dessas minúcias moleculares interfere diretamente na escolha do medicamento e no sucesso do tratamento”, diz o oncologista brasileiro Marcelo Cruz, da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. Subtipos com mutação no ALK (o que ocorre em cerca de 5% dos casos) no EGFR (presente em 20 a 30% dos pacientes brasileiros) são candidatos a dois diferentes remédios enquadrados na chamada terapia-alvo, que visa alvos específicos da enfermidade.

Já versões da doença sem essas mutações, mas que liberam a tal molécula PDL-1 aos montes (o que ocorre em cerca de 30% dos cânceres avançados de pulmão) podem ser combatidas com drogas imunoterápicas. Em resumo, elas estimulam as células de defesa do organismo a atacaram o inimigo.

“O uso adequado dessas terapias de última geração garante melhores resultados com menos efeitos colaterais. É uma revolução”, atesta Cruz. Só que um dos desafios é justamente identificar essas características moleculares, que não aparecem em exames de imagem.

As dificuldades por trás da biópsia
Após o diagnóstico do câncer de pulmão ser confirmado, os médicos fazem uma pequena cirurgia para retirar parte do tumor do paciente e o mandam para os laboratórios para detectar alterações como as descritas acima – é a biópsia. E aí começa o problema.

Para serem reconhecidas, tanto a mutação do gene ALK quanto a do EGFR exigem métodos únicos. O mesmo vale para notar a presença de PDL-1 no câncer. Só que essas diferentes análises a partir da biopsia não costumam ser feitas de maneira sincronizada.

Consequência do desentrosamento: o material coletado  é enviado para avaliar apenas uma daquelas alterações. Em caso negativo, outra solicitação é feita – e, se nada se destacar, vem uma terceira…

Não à toa, dados do Instituto Lado a Lado Pela Vida dão conta de que, no sistema privado, o paciente gasta dois meses e meio entre a confirmação da presença do câncer e o retorno dos resultados da biópsia. Já no Sistema Único de Saúde (SUS), o prazo se estende por até um ano. Enquanto isso, a enfermidade se alastra.

Segundo Cruz, sem a seleção adequada do tratamento, 75% das medicações utilizadas em casos de tumor de pulmão avançado não vão funcionar direito. “Hoje fazemos uma medicina de imprecisão”, ironiza o médico.

A união faz a força
No Brasil, a AstraZeneca já comercializa um remédio que mira aquela alteração no EGFR. A Pfizer, por sua vez, detém a patente de um que ataca a mutação do ALK. E a BMS possui uma droga para aqueles tumores com alta expressão de PDL-1.

A sacada das três farmacêuticas foi oferecer, gratuitamente, os três exames necessários para identificar essas características moleculares de uma só vez, com o mesmo material tumoral. A expectativa é diminuir o tempo de espera dos resultados de 60 para 17 dias úteis. “Essa parceria vai virar um estudo de caso para o mundo. Deve ser um enorme sucesso para a população brasileira”, apoia Cruz.

Na prática, basta o médico responsável pelo atendimento solicitar no programa online da Pfizer (chamado ALK Alvo), da BMS (I-O Detect) ou da AstraZeneca (ID) quais desses testes deseja fazer a partir na biópsia. Embora cada empresa tenha sua plataforma própria, as três contam com os mesmos laboratórios credenciados para fazer a investigação molecular do câncer.

Isso significa que todos os pedidos para um paciente são recebidos uma única vez. “Além de poupar tempo, a iniciativa diminui o risco de a pessoa passar por uma cirurgia adicional para retirar mais tecido tumoral para uma segunda biópsia”, completa Eurico Correia, diretor médico da Pfizer.

Questionados no evento de inauguração do projeto sobre o motivo pelo qual o câncer de pulmão foi o escolhido para o Inspire, os diretores médicos das três empresas reforçaram que se trata do tipo que mais mata no mundo. O oncologista Marcelo Cruz, por sua vez, acrescentou que ele é um dos que, hoje, mais se beneficia da terapia-alvo e da imunoterapia.

Ou seja, algumas outras versões de câncer ainda não têm tantas alternativas terapêuticas. E não adianta solicitar exames que detectam alvos específicos se inexistem remédios para bombardeá-los.

De qualquer forma, os responsáveis pelo Inspire não fecharam as portas para eventuais ampliações no projeto, seja aumentando o número de exames ofertados ou de tipos de câncer atendidos. Mas ressaltam que isso envolveria uma série de análises.

A concorrência
Quase ao mesmo tempo, a farmacêutica MSD – dona de outro remédio imunoterápico – instalou no Brasil um projeto semelhante ao Inspire. Por meio de uma plataforma própria (PD-Point), ela também vai disponilizar gratuitamente e de maneira sincronizada os exames que detectam a presença de mutações nos genes ALK e EGFR e da alta expressão de PDL-1.

Aí é uma questão de escolha do próprio profissional de saúde, sempre em conjunto com o paciente. Quanto mais opções de qualidade, melhor.