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Se você é apaixonado por café, talvez este seja o momento ideal para repensar a quantidade que você consome da bebida por dia. Um estudo recente descobriu que o café por ser considerado o vilão da dieta, contribuindo para o ganho de peso daqueles que tomam a bebida com frequência.

A pesquisa foi comandada por cientistas da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Durante a fase de testes, 107 voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro recebeu uma dose de café descafeinado com um suplemento de cafeína de 200 miligramas. Já o segundo grupo ingeriu café descafeinado com a adição de uma substância que simulava o mesmo sabor da bebida do primeiro grupo, no entanto, sem o suplemento de cafeína. As duas bebidas foram adoçadas com açúcar.

Após o consumo das bebidas, os participantes realizaram exames sensoriais para descobrir se eles poderiam notar alguma mudança no sabor. Os voluntários que tomaram o café com o suplemento acharam que ela tinha um sabor menos doce, em comparação com os que tomaram apenas o café sem cafeína.

Isso mostrou que a cafeína tem o poder de reduzir a percepção do sabor doce nas papilas gustativas. Por causa disso, os cientistas concluíram que o consumo exagerado de café é capaz de aumentar a vontade de comer doces, já que as pessoas poderiam ter uma ânsia maior por esse sabor. E, o consumo de doces levaria ao aumento de peso.

“Quando você bebe a cafeína, ela muda o modo como você percebe o gosto dos alimentos pelo tempo que durar o efeito. Então, se você comer logo após ingerir um café ou outras bebidas com cafeína, provavelmente vai perceber a comida de maneira diferente”, disse Robin Dando, principal autor do estudo, ao Daily Mail.

O resultado encontrado pelos cientistas foi publicado no periódico científico Journal of Food Science.

Fonte: Dicas Cidades

Quase um senso comum quando o assunto é vinho, o possível efeito cardioprotetor da bebida tem sido colocado em xeque por pesquisadores. Se há estudos que apontam que o consumo moderado de vinho pode reduzir o risco de doenças do coração, uma revisão recente de 45 pesquisas indica que a questão precisa ser melhor investigada.

O tema ganhou destaque há mais de quatro décadas com a publicação da primeira pesquisa epidemiológica de impacto sobre o consumo de álcool e o risco de doenças cardíacas. Na ocasião, foram investigados 120 mil pacientes e levantou-se a possibilidade de que o baixo consumo de álcool poderia reduzir o risco de doença arterial coronariana.

De lá pra cá, muitos estudos foram publicados a respeito da relação entre o consumo de bebidas alcoólicas e a saúde cardiovascular, mas o efeito cardioprotetor do álcool ainda é controverso. Alguns autores apoiam o efeito benéfico de quantidades baixas ou moderadas de álcool (uma ou duas doses por dia*), que poderia estar ligado à presença de polifenóis, que são substâncias naturais com potentes propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, encontrados no vinho tinto e cerveja escura. Mas outros pesquisadores questionam a veracidade dessa associação.

O debate foi acirrado em recente edição do Journal of Studies on Alcohol and Drugs, que trouxe artigos e comentários sobre o tema. A principal crítica daqueles que questionam o efeito cardioprotetor do álcool está relacionada aos vieses dos estudos, como a escolha do grupo de referência, na maioria das vezes definido vagamente como "abstêmio", a idade dos participantes e a saúde cardíaca de base.

A hipótese é que, se houver controle desses vieses, os efeitos de cardioproteção atribuídos ao consumo leve ou moderado de álcool não serão tão exuberantes. Na revisão de 45 artigos sobre o tema, pesquisadores observaram que estudos que aplicaram o controle da saúde cardíaca dos participantes não encontraram evidências de proteção significativa para a doença arterial coronariana, em qualquer nível de consumo de álcool; enquanto para os que não controlaram este parâmetro verificou-se uma notável proteção.

Sim, a questão é complexa e não há consenso científico sobre os potenciais efeitos benéficos do consumo moderado de álcool para a saúde do coração. No entanto, vale frisar que a taxa de risco cardiovascular é crescente conforme o aumento gradual da ingestão de álcool e que não há indicação para o consumo de álcool na prevenção primária de doenças cardíacas, pois existem outros riscos à saúde envolvidos no uso de bebidas alcoólicas.

*Uma dose diária (10-12 g de álcool puro) segundo a Organização Mundial de Saúde equivale a 330 ml de cerveja/chopp, 100 ml de vinho ou 30 ml de destilado.

Fonte: Minha Vida